ANVISA APREENDE NOVOS LOTES DE MEDICAMENTOS INJETÁVEIS FALSIFICADOS.

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VORASIDENIB NO GLIOMA DE BAIXO GRAU COM MUTAÇÃO EM IDH1- OU IDH2.
23/06/2023
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA APÓS O USO DE AINES EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2.
27/06/2023
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Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, em duas resoluções publicadas nos dias 21 e 22 de junho de 2023, a apreensão e proibição da comercialização, distribuição e uso de medicamentos falsificados. Os produtos afetados são o Botox® (lote C3709C3), o Dysport® (lote W07209) e o Durateston® (lote 701012LR).

No caso do Botox®, foram encontradas embalagens falsificadas durante uma operação policial. O lote original tem data de fabricação em setembro de 2014 e validade até agosto de 2017, enquanto o produto falsificado apresenta data de fabricação em maio de 2022 e validade até maio de 2025. Vale ressaltar que o lote original não foi destinado ao mercado brasileiro, tornando a falsificação evidente.

No caso do Dysport®, a empresa detentora do registro do medicamento comunicou à Anvisa sobre a falsificação. O lote original foi importado em abril de 2022, com data de fabricação em janeiro de 2022 e validade até dezembro de 2023. Já o produto falsificado apresenta como data de fabricação janeiro de 2023 e validade até dezembro de 2024. Foram observadas diferenças no tipo de frasco, qualidade de impressão do rótulo e volume de produto no frasco entre o original e o falsificado.

Quanto ao Durateston®, a Anvisa foi informada pela empresa Aspen Pharma Indústria Farmacêutica Ltda. sobre a circulação de unidades falsificadas no mercado brasileiro. O número do lote original é 701012LR, fabricado em janeiro de 2021 e válido até janeiro de 2023, enquanto as unidades falsificadas têm data de fabricação em junho de 2022 e validade até junho de 2024.

A Anvisa orienta a população e os profissionais de saúde a adquirirem medicamentos somente em estabelecimentos regulamentados, na embalagem completa e mediante emissão de nota fiscal. Em caso de suspeita de falsificação, recomenda-se não utilizar o produto e entrar em contato com as empresas responsáveis pelo registro dos medicamentos para verificar sua autenticidade. Ocorrências devem ser comunicadas à Anvisa por meio do sistema Notivisa (para profissionais de saúde) ou por meio da plataforma FalaBR (para pacientes).

Anvisa alerta para casos de falsificação de medicamentos — Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa (www.gov.br)

doctorhub.com.br

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