A RELAÇÃO ENTRE A EXMEDETOMIDINA E A OCORRÊNCIA DE FIBRILAÇÃO ATRIAL.

A RELAÇÃO ENTRE A DEXMEDETOMIDINA E A OCORRÊNCIA DE FIBRILAÇÃO ATRIAL.

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Um estudo de coorte de pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI) investigou a relação entre o uso do sedativo dexmedetomidina e a ocorrência de fibrilação atrial de início recente (NOAF). A NOAF é uma complicação frequente em pacientes hospitalizados em UTI e está associada a piores desfechos clínicos.

Um estudo de coorte de pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI) publicado na JAMA por Song, M. J. et al em abril de 2023 (1), investigou a relação entre o uso do sedativo dexmedetomidina e a ocorrência de fibrilação atrial de início recente (NOAF, na sigla em inglês). A NOAF é uma complicação frequente em pacientes hospitalizados em UTI e está associada a piores desfechos clínicos.

Os resultados deste estudo mostraram que o uso da dexmedetomidina foi associado a um risco reduzido de NOAF em pacientes com doença crítica. Os pacientes que receberam dexmedetomidina apresentaram uma incidência menor de NOAF dentro de sete dias após a admissão na UTI, em comparação com aqueles que não receberam o sedativo. Além disso, o uso da dexmedetomidina foi associado a um risco reduzido de mortalidade hospitalar.

Os resultados deste estudo sugerem que a dexmedetomidina pode ser uma opção segura e eficaz para pacientes em UTI, ajudando a prevenir a ocorrência de NOAF. No entanto, é importante lembrar que este é um estudo observacional e que mais pesquisas, especialmente ensaios clínicos randomizados, são necessários para confirmar esses resultados e avaliar os efeitos a longo prazo do uso da dexmedetomidina.

Além disso, embora a dexmedetomidina tenha sido associada a melhores desfechos em relação à NOAF e mortalidade hospitalar, os pacientes que receberam o sedativo apresentaram um tempo maior de internação tanto na UTI quanto no hospital em comparação com aqueles que não receberam o medicamento. Portanto, é importante pesar os benefícios e riscos do uso da dexmedetomidina em pacientes em UTI e considerar as necessidades individuais de cada paciente ao tomar decisões clínicas.

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