NÃO DEVEMOS IGNORAR A HIPOCALEMIA NA PRÁTICA CLÍNICA.

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Este texto aborda os fatores de risco cardiovascular, com ênfase na hipertensão arterial, e sua contribuição para a mortalidade global de doenças não transmissíveis.

Um dos principais causadores da hipertensão arterial secundária é o aldosteronismo primário, que afeta aproximadamente 5% dos pacientes com hipertensão arterial e mais de 10% dos pacientes com hipertensão arterial resistente, sendo uma causa importante de hipertensão reversível. Além disso, o aldosteronismo primário está associado a complicações graves, doenças cerebrocardiovasculares extensas, lesão grave em órgãos-alvo além do grau de hipertensão e morte súbita. O diagnóstico precoce do aldosteronismo primário é fundamental, no entanto, estima-se que seja subdiagnosticado atualmente.

A principal manifestação bioquímica desencadeada pelo aldosteronismo primário é a hipocalemia espontânea, que deve ser considerada como seu primeiro sinal de alerta. Embora o diagnóstico do aldosteronismo primário seja baseado na demonstração de produção excessiva de aldosterona, a hipocalemia é o melhor indicador inicial. Recomenda-se a triagem do aldosteronismo primário em adultos com hipertensão arterial resistente ou hipocalemia. É sugerido que a avaliação do aldosterona/renina (ARR) seja incluída nos testes iniciais para pacientes hipertensos com hipocalemia inexplicada e que isso ocorra em nível de atenção primária.

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